
A Meia Maratona tinha tudo pra ser uma das melhores provas do ano, mas a organização não deixou. Apesar de valer como prova do Mundial de Meia Maratona a Yescom não se importou com isso. Para os pobres mortais (algo em torno de 15.000 pessoas) tiveram que se espremer em diversos trechos da corrida, como na Francisco Otaviano, túneis e outros. O ano anterior foi de ruas totalmente fechadas para a corrida. Outra, se não a maior, falha foi à entrega de Gatorade. No local previsto o pessoal da organização entregava copos vazios para que depois os corredores mergulhassem o copo com mão e tudo num barril da bebida. De uma falta de higiene a toda prova. Na confusão as pessoas não se negavam a beber, depois vinha à cabeça a imundice e o arrependimento. Na chegada, diversos corredores reclamaram que não houve distribuição, nem desta forma. Não bastasse isso, no final da prova quando da entrega das medalhas e do kit de frutas, serviam novamente o mesmo Gatorade, dessa vez em copos. Porém, quente e apenas meio copo para cada corredor. Meio copo e quente como chá. É inexplicável que não possa ser oferecido da maneira e na quantidade adequada. Este tipo de coisa desagrada os corredores e mancha a marca de isotônico, porque apesar de péssima distribuição, da falta de higiene e da baixa qualidade com a qual foi servida a exposição da marca era ostensiva. Organização primária e desrespeitosa. Afinal a corrida não foi gratuita.
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