23 janeiro 2008
Primeiro foi o Luis Carlos Tourinho e agora a Dora Bria. Apenas dois no mar de mais de 6.000 assassinatos por ano (2005), 500 por mês, 16 por dia e se consideramos que até a bandidagem dorme (vamos considerar 8 horas de sono), a cada hora uma pessoa é morta. É gente que morre de crime intencional. Compadeço-me sim pela Dora e pelo Tourinho, mas devemos nos preocupar mesmo são com os outros.
Os casos de febre amarela estão pipocando aqui e ali. Em Goiás confirmaram a 9a. morte e em SP (aqui do lado) já confirmaram o 3o. caso. Os estados de São Paulo e Goiás tem juntos mais de 20 milhões de habitantes, o que torna ínfimo os números confirmados até agora. Mas conhecemos nossos dirigentes e o peculiar zelo que todos tem com a prevenção. Havia um tempo em que nem falamos em dengue. Com a palavra a Anvisa.
19 janeiro 2008
Quase todo dia agora um artista famoso é assaltado, ou quase, e fala que quer ir embora do Rio. Já houve uma época que este tipo de gente eram aqueles que formavam a equipe de resistência. Lutavam contra tudo: o "sistema", por democracia, por direito de votar, pela liberdade de imprensa e expressão, eram contra o "imperialismo americano", suas criações eram espelho deste tempo e por isso eram presos, torturados, mas só abandonavam o lugar que viviam quando eram exilados. Faziam parte de um grupo que formava opinião, eram pessoas dispostas a viver em lugar melhor e brigavam por isso. Hoje fogem. Como ratos de um navio. Pois bem, que assim seja. Vão. Aqui não é lugar para estes tipos. Falo isso não porque nasci aqui, mas por que escolhi viver aqui. O Paulinho da Viola que me perdoe, mas não tinha o direito de falar aquilo, ah não tinha não. Não ele. A Christine Fernandes (quem é Christine Fernandes?) disse que o medo da morte, quando não mata, destrói a saúde, a qualidade de vida, o prazer de viver, a paz. E mesmo assim não registrou na delegacia. Ela não quer se comprometer acha que não adianta. Se todos agissem assim imagino onde estaríamos. Estou com os que optam pela resistência. O Rio não é pior que qualquer outra grande cidade é sim, melhor que muitas delas.
Esse Lula é um escroto mesmo. Disse que vai ajuda o índio Evo Morales na sua empreitada contra a determinação da Fifa de proibir jogos lá no alto da montanha. Falta ar, prejudica o espetáculo, que já não é grande coisa por conta dos timinhos que lá gorjeiam. Quando este bando esteve em La Paz, numa daquelas cerimônias de lambe-botas, o Tarso Genro caiu duro por conta dos efeitos da altitude e olhe que o figura estava em pé, parado. Acho que todos aqueles que são a favor dos jogos lá em cima deveria ser obrigados a correr por 20 minutos que seja, ininterruptos, para que experimentem do veneno. Lá não tem nada que valha a pena para o esporte.
18 janeiro 2008
Nesta hora seria uma boa se algum candidato de oposição à prefeitura do Rio propusesse, se eleito, não cobrar multa e juro de quem boicotasse o pagamento do IPTU. Poderia parecer um gesto oportunista e eleitoreiro (e seria), poderia parecer apenas oposição ao atual alcaide (e seria), poderia parecer apenas um agrado aos que se rebelaram (também seria), poderia parecer também que se eleito faria diferente, poderia parecer um monte de coisas, mas porque o nosso alcaide não se preocupa com tudo isso. Porque ele faz questão de parecer que não está nem aí para os moradores da cidade, desdenhando, ironizando. Merece que alguém se preocupe e lhe de uma banda.
15 janeiro 2008
Toda vez que Lula nega alguma coisa é porque ela existe e está fora de controle. É só olhar prá trás: Correios, mensaleiros, gás boliviano, "não aumentaremos impostos para cobrir a CPMF", caseiro do Palocci, casos do Renan e etc., etc., etc.. Agora ele também diz que a febre amarela não é problema e que não haverá apagão. Ficaremos com febre e no escuro, é só aguardar. Não falha. Lula é premonitório.
14 janeiro 2008
13 janeiro 2008
No começo as praias superlotadas dão uma sensação boa de final de semana de verão. As principais ruas entupidas de carros não impressionam porque vamos a pé ou de bicicleta. Os quiosques invadindo o calçadão incomodam um pouco, mas temos os dias de semana que tudo volta ao normal. Restaurantes lotados, com filas enormes nos remetem (literalmente) a um almoço caseiro e familiar. Agora quem já tentou num final de tarde de ir a praia, sair de carro do bairro ou tomar um suco sabe no que se torna o Recreio. Lixo, trânsito, falta de produtos e motorista bêbado é o que não falta por aqui. A coisa tomou tal proporção que regularmente pedimos uma nebulosidadezinha pra curtir um pouco o bairro. Nuvens, queremos nuvens.
08 janeiro 2008
Esta dizem que é do Veríssimo. Quem souber confirme:
M - Onde você vai?
H - Vou sair um pouco.
M - Vai de carro?
H - Sim.
M - Tem gasolina?
H - Sim... coloquei.
M - Vai demorar?
H - Não... coisa de uma hora.
M - Vai a algum lugar específico?
H - Não... só rodar por aí.
M - Não prefere ir a pé?
H - Não... vou de carro.
M - Traz um sorvete pra mim!
H - Trago... que sabor?
M - Manga.
H - Ok...na volta eu passo e compro.
M - Na volta?
H - Sim... senão derrete.
M - Passa lá, compra e deixa aqui.
H - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
M - Ahhhhh!
H - Quando eu voltar eu tomo com você!
M - Mas você não gosta de manga!
H - Eu compro outro... de outro sabor.
M - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
H - Eu não gosto também.
M - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
H - Ok! Beijo...volto logo...
M - Ei!
H - O que?
M - Chocolate não... Flocos...
H - Não gosto de flocos!
M - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H - Foi o que sugeri desde o começo!
M - Você está sendo irônico?
H - Não... tô não! Vou indo.
M - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H - Querida! Eu volto logo... depois.
M - Depois não... quero agora!
H - Tá bom! (Beijo.)
M - Vai com o seu ou com o meu carro?
H - Com o meu.
M - Vai com o meu... tem cd player...o seu não!
H - Não vou ouvir música... vou espairecer...
M - Tá precisando?
H - Não sei... vou ver quando sair!
M - Demora não!
H - É rápido... (Abre a porta de casa.)
M - Ei!
H - Que foi agora?
M - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H - Calma... estou tentando sair e não consigo!
M - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H - O que quer dizer?
M - Nada... nada não!
H - Vem cá... acha que estou te traindo?
M - Não... claro que não... mas sabe como é?
H - Como é o quê?
M - Homens!
H - Generalizando ou falando de mim?
M - Generalizando.
H - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
M - Tá bom... então vai.
H - Vou.
M - Ei!
H - Que foi, cacete?
M - Leva o celular, estúpido!
H - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
H - Não... pode deixar...
M - Olha... desculpa pela desconfiança...estou com saudade... só isso!
H - Ok meu amor... Desculpe-me se fui grosso.Tá.. eu te amo!
M - Eu também!
M - Posso futricar no seu celular?
H - Prá quê?
M - Sei lá! Joguinho!
H - Você quer meu celular prá jogar?
M - É.
H - Tem certeza?
M - Sim.
H - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
M - Não sei mexer naquela lata velha!
H - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M - Tá..ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
H - Pode mexer então...não tem nada lá mesmo...
M - É?
H - É.
M - Então onde está?
H - O quê?
M - O que deveria estar no celular mas não está...
H - Como!?
M - Nada! Esquece!
H - Tá nervosa?
M - Não... tô não...
H - Então vou!
M - Ei!
H - Que ééééééé?
M - Não quero mais sorvete não!
H - Ah é?
M - É!
H - Então eu também não vou sair mais não!
M - Ah é?
H - É.
M - Oba! Vai ficar comigo?
H - Não vou não... cansei...vou dormir!
M - Prefere dormir do que ficar comigo?
H - Não... vou dormir, só isso!
M - Está nervoso?
H - Claro, porra!!!
M - Por que você não vai dar uma volta para espairecer?
M - Onde você vai?
H - Vou sair um pouco.
M - Vai de carro?
H - Sim.
M - Tem gasolina?
H - Sim... coloquei.
M - Vai demorar?
H - Não... coisa de uma hora.
M - Vai a algum lugar específico?
H - Não... só rodar por aí.
M - Não prefere ir a pé?
H - Não... vou de carro.
M - Traz um sorvete pra mim!
H - Trago... que sabor?
M - Manga.
H - Ok...na volta eu passo e compro.
M - Na volta?
H - Sim... senão derrete.
M - Passa lá, compra e deixa aqui.
H - Não... melhor não! Na volta... é rápido!
M - Ahhhhh!
H - Quando eu voltar eu tomo com você!
M - Mas você não gosta de manga!
H - Eu compro outro... de outro sabor.
M - Aí fica caro... traz de cupuaçu!
H - Eu não gosto também.
M - Traz de chocolate... nós dois gostamos.
H - Ok! Beijo...volto logo...
M - Ei!
H - O que?
M - Chocolate não... Flocos...
H - Não gosto de flocos!
M - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.
H - Foi o que sugeri desde o começo!
M - Você está sendo irônico?
H - Não... tô não! Vou indo.
M - Vem aqui me dar um beijo de despedida!
H - Querida! Eu volto logo... depois.
M - Depois não... quero agora!
H - Tá bom! (Beijo.)
M - Vai com o seu ou com o meu carro?
H - Com o meu.
M - Vai com o meu... tem cd player...o seu não!
H - Não vou ouvir música... vou espairecer...
M - Tá precisando?
H - Não sei... vou ver quando sair!
M - Demora não!
H - É rápido... (Abre a porta de casa.)
M - Ei!
H - Que foi agora?
M - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!
H - Calma... estou tentando sair e não consigo!
M - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?
H - O que quer dizer?
M - Nada... nada não!
H - Vem cá... acha que estou te traindo?
M - Não... claro que não... mas sabe como é?
H - Como é o quê?
M - Homens!
H - Generalizando ou falando de mim?
M - Generalizando.
H - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!
M - Tá bom... então vai.
H - Vou.
M - Ei!
H - Que foi, cacete?
M - Leva o celular, estúpido!
H - Prá quê? Prá você ficar me ligando?
M - Não... caso aconteça algo, estará com celular.
H - Não... pode deixar...
M - Olha... desculpa pela desconfiança...estou com saudade... só isso!
H - Ok meu amor... Desculpe-me se fui grosso.Tá.. eu te amo!
M - Eu também!
M - Posso futricar no seu celular?
H - Prá quê?
M - Sei lá! Joguinho!
H - Você quer meu celular prá jogar?
M - É.
H - Tem certeza?
M - Sim.
H - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!
M - Não sei mexer naquela lata velha!
H - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!
M - Tá..ok... então leva o celular senão eu vou futricar...
H - Pode mexer então...não tem nada lá mesmo...
M - É?
H - É.
M - Então onde está?
H - O quê?
M - O que deveria estar no celular mas não está...
H - Como!?
M - Nada! Esquece!
H - Tá nervosa?
M - Não... tô não...
H - Então vou!
M - Ei!
H - Que ééééééé?
M - Não quero mais sorvete não!
H - Ah é?
M - É!
H - Então eu também não vou sair mais não!
M - Ah é?
H - É.
M - Oba! Vai ficar comigo?
H - Não vou não... cansei...vou dormir!
M - Prefere dormir do que ficar comigo?
H - Não... vou dormir, só isso!
M - Está nervoso?
H - Claro, porra!!!
M - Por que você não vai dar uma volta para espairecer?
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