27 maio 2009
23 maio 2009
Hoje fui fazer mais um longo de 30 km na Zona Sul. Desafio redobrado. Semana quase sem treino, alergia e companhia da Andréia (a mulher corre muito). Já comecei mal, me atrasei, enrolado com meu despertador, e empurrei o treino para meia hora depois do combinado. Largamos quase de imediato e fomos embora Leblon, Ipanema, Arpoador, Copacabana, Leme e tome de assoar o nariz, Copa, Arpoador, Ipanema e uma vontade quase incontida de arrancar o nariz, Lagoa, Jardim de Alah, desisto meu nariz tem vida própria, Leblon, Ipanema, Arpoador Ipanema e finalmente Leblon. Já não sentia mias meu nariz, achei que tinha perdido no caminho. 31 km e um rastro pela zona sul. Chega, vou de vacina agora.
Padeço de um mal comum a muitos: alergia. Só vim sentir seus piores efeitos agora, depois de velho e é muito chato. Vem as rinites, faringites sinusites e você passa mais tempo tentando respirar melhor que não encontra tempo pra fazer outras coisas. Domingo passado, dia 17, corri minha melhor Meia, mesmo numa crise alérgica de dar dó (estou planejando uma outra pro dia da Maratona). Segunda-feira estava detonado. Procurei ajuda profissional que desvendou todas as "ites" que me assolavam. Correr mesmo só na quarta-feira e mesmo assim...
20 maio 2009
Texto Retirado do Blog do Rodolfo Lucena
O medo do corredor na linha de largada
Frio na barriga
Já corri 21 maratonas e sete ultras, o que pode ser muito para alguns e pouco para outros, mas, de qualquer forma, ensina alguma coisa e dá alguma experiência.
Só não tira o medo e a emoção que me povoam a cada vez que uma nova prova se aproxima.
É certo que, mesmo em provas curtas, acabo me tensionando no dia anterior. Organizo a roupa da corrida com precisão exagerada, revejo horários de sono e alimentação, bebo água a intervalos precisos, verifico ene vezes se o despertador está funcionando e se está regulado para a hora certa do despertar (e depois reviso de novo, temendo tê-lo desregulado ao revisar).
Quando, porém, a prova é uma maratona, as coisas são multiplicadas de forma geométrica.
O tema do almoço de ontem, por exemplo, a mais de dez dias da prova, foi o horário de despertar e o meio de transporte que utilizaríamos no dia da prova.
Vamos de carro? De táxi? Alguém nos leva? Se formos de carro, onde vamos estacionar? Quanto tempo antes precisaremos sair? E, de táxi, com quem marcar? Se alguém nos levar, como podemos fazer as combinações? Será que tem ônibus até perto da largada? E se chover?
Por aí você pode imaginar a sequência. Ou não, sei lá.
Não sei de você, mas eu só encontro a tranquilidade depois do tiro da largada. Aí não tem mais o que temer nem o que fantasiar: basta correr, dar o que tem e depois ver se consegue melhorar. Engolir asfalto e cuspir vento, até chegar. E, enfim, descansar.
Frio na barriga
Já corri 21 maratonas e sete ultras, o que pode ser muito para alguns e pouco para outros, mas, de qualquer forma, ensina alguma coisa e dá alguma experiência.
Só não tira o medo e a emoção que me povoam a cada vez que uma nova prova se aproxima.
É certo que, mesmo em provas curtas, acabo me tensionando no dia anterior. Organizo a roupa da corrida com precisão exagerada, revejo horários de sono e alimentação, bebo água a intervalos precisos, verifico ene vezes se o despertador está funcionando e se está regulado para a hora certa do despertar (e depois reviso de novo, temendo tê-lo desregulado ao revisar).
Quando, porém, a prova é uma maratona, as coisas são multiplicadas de forma geométrica.
O tema do almoço de ontem, por exemplo, a mais de dez dias da prova, foi o horário de despertar e o meio de transporte que utilizaríamos no dia da prova.
Vamos de carro? De táxi? Alguém nos leva? Se formos de carro, onde vamos estacionar? Quanto tempo antes precisaremos sair? E, de táxi, com quem marcar? Se alguém nos levar, como podemos fazer as combinações? Será que tem ônibus até perto da largada? E se chover?
Por aí você pode imaginar a sequência. Ou não, sei lá.
Não sei de você, mas eu só encontro a tranquilidade depois do tiro da largada. Aí não tem mais o que temer nem o que fantasiar: basta correr, dar o que tem e depois ver se consegue melhorar. Engolir asfalto e cuspir vento, até chegar. E, enfim, descansar.
18 maio 2009
Ta lá na Runners World Brasil: a época em que acontece lançamento dos novos tênis são nos meses de fevereiro e agosto. É de se imaginar que nos meses imediatamente posteriores surjam promoções dos tênis que até então eram top de linha. Ainda hoje temos boas surpresas nas lojas e na Internet. Às compras.
A Meia Maratona da Barra organizada pela Prodesporte foi, com o perdão do trocadilho, muito bem organizada. O retrospecto dela não é dos melhores, logo era de se imaginar que manteria-se a tradição. No entanto não faltou sinalização, tá certo que a marcação de kilometragem da volta estava improvisada (escrita à mão), porém não interferiu no rendimento. Água nos postos de hidratação, em alguns até gelada, foi a boa surpresa. Essa é uma prova que se autodenomina “a mais rápida do Rio” e não está muito longe da verdade não. Pode não contar com a infra-estrutura da Iguana, da Yescom, da Corpore, mas o percurso ajuda muito e filas na entrega do chip e a água no final era servida em galões de 20 litros e cada um servia-se com copos, Tang no lugar do Gatorade e biscoitos dispostos em bandejas ladeados de um café com leite deram o tom da organizadora, quase amadora. O percurso plano, com a pista completamente interditada, na beira da praia, boa brisa e sol fraco compuseram uma corrida das mais agradáveis, pena que não é vista com bons olhos pelo mercado, ainda não “pegou”, não entrou na moda, mas vale muito a pena. Ano que vem confiram. Para completar ainda corri na companhia da turma da poeira lá da Runners Rio, agora sim, fechou !
04 maio 2009
02 maio 2009
01 maio 2009
Essa semana resolvi tirar o atraso. Na segunda resolvi o problema alérgico que quando chega ele cola e é ruim de soltar e soltei a perna no resto dos dias. Terça foram 13 tiros de 1km lá no Bosque da Barra, na quarta mais 8k a 5m32s e musculação, na quinta um fartlek rumo a Grumari, mais 12 km na sacola com direito a subidas (forte) e descidas (recuperação), hoje um treino de ritmo saindo lá do Leblon vindo até o começo da Reserva no Recreio, foram 17km num cenário de causar inveja. Já sai do Leblon, passamos pela Niemeyer e depois pelo Túnel do Joá, entramos na Barra e claro que sorrimos e depois mais 8km pela Av. do Pepe e Sernambetiba (ou será Lúcio Costa). Agora é descansar preparar para os 26km de domingo.
Após longo sumiço, reapareço. Essa semana do Feriado de Tiradentes (terça), São Jorge (quinta), e a conseqüente enforcada na 2ª., 4ª. e 6ª. muda a rotina completamente, porque ou você viaja (não era meu caso) ou fica uma semana em casa como alma desencarnada, porque salvo pouquíssimas exceções, todos trabalharam normalmente. No meu caso a saída da rotina me leva, invariavelmente, à preguiça e sim descuidei de muita coisa. Alérgico e preguiçoso só consegui fazer meu intervalado na terça e a 16 km (Leblon-Leme-Leblon) de ritmo na quinta. Praticamente joguei fora à semana.
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