19 setembro 2010
Ainda na ciclovia e nem bem tinha passado dos 3km, avistei um casal que corria uns 500m na minha frente no mesmo pace. Apertei o passo para me aproximar e logo estávamos na Reserva, pra minha alegria. Já na Reserva, local onde geralmente encontramos pouquissimas pessoas, é sempre bom ter companhia. Mas a alegria durou pouco, no meio da reserva eles retornaram, mesmo diante de minhas suplicas e percorri o restante dos 26km em companhia do Dan Stullbach, Luis Gustavo Medina, José Godoy e Juca Kfouri. Todos presentes via podcast. Bem feito pro casal, correram sozinhos.
Aprendi mais uma com a mais velha. Talvez seja pra isso que existam as mais velhas, apesar da mais nova também ensinar algumas bem boas. Bem, apesar de não estar convencido da utilidade de se desvirtuar conceitos antigos e, até ontem, corretos tive que ceder e até...aceitar. Lembram-se dos NERDS? Pois bem, aqueles que nasceram pelos idos do anos 60 chamavam os C.D.F.s de NERDS como uma alusão a moçada que era muito inteligente, mas tinha dificuldade de se relacionar socialmente. Dizem até que era uma sigla nascida de cientistas que trabalhavam no laboratório de uma grande empresa americana e tinham esse perfil: inteligente e anti-social.
Uma outra possibilidade do nascimento do nome foi a de que estudantes do M.I.T chamavam seus colegas super-dotadas (intelectualmente) de knurd. Era a leitura invertida de drunk.
Não importa muito a origem, o que importa é que ser um NERD na minha geração, tinha seu valor. O cara podia até se divertir pouco, mas...
Falávamos com despeito. Com uma ponta de inveja. Eles eram seres diferentes, nós é que éramos todos iguais. Ser um NERD era, de certa forma, um elogio.
Hoje isso se perdeu. Qualquer babaca, burro ou desajeitado é um NERD. Não existe mais o pré-requisito da inteligência. Inclusive, em alguns casos, o pré-requisito é ser burro. Não se tem mais nenhum respeito pelo NERD. Ele perdeu sua alternativa intelectual para um descaminho social. Qualquer garoto que for abobalhado, independente de seu Q.I., é um NERD.
A justificativa é que os termos se atualizam.
Então, tá. Vá lá perguntar ao Bill Gates se ele é nerd ou babaca. Melhor, responda voce mesmo.
Uma outra possibilidade do nascimento do nome foi a de que estudantes do M.I.T chamavam seus colegas super-dotadas (intelectualmente) de knurd. Era a leitura invertida de drunk.
Não importa muito a origem, o que importa é que ser um NERD na minha geração, tinha seu valor. O cara podia até se divertir pouco, mas...
Falávamos com despeito. Com uma ponta de inveja. Eles eram seres diferentes, nós é que éramos todos iguais. Ser um NERD era, de certa forma, um elogio.
Hoje isso se perdeu. Qualquer babaca, burro ou desajeitado é um NERD. Não existe mais o pré-requisito da inteligência. Inclusive, em alguns casos, o pré-requisito é ser burro. Não se tem mais nenhum respeito pelo NERD. Ele perdeu sua alternativa intelectual para um descaminho social. Qualquer garoto que for abobalhado, independente de seu Q.I., é um NERD.
A justificativa é que os termos se atualizam.
Então, tá. Vá lá perguntar ao Bill Gates se ele é nerd ou babaca. Melhor, responda voce mesmo.
26 julho 2010
27 fevereiro 2010
25 fevereiro 2010
O capitão Nalbert pendurou as joelheiras. O cara foi o único jogador campeão mundial em 3 categorias diferentes: infanto, em 91, com 17 anos e só como jóia da coroa, ainda foi eleito o melhor jogador da competição. Em 93, ganhou de novo com juvenil e em 2002, como adulto. Em 97, assumiu a tarja de capitão da seleção e segurou a danada por 8 anos. Pra fechar a carreira, foi para o vôlei de praia e quando voltou, ganhou a Liga de 2007 já na era Bernardinho. Valeu, Nalbert.
24 fevereiro 2010
Recebi um e-mail do site Mundo Corrida com uma promoção para o Mizuno Pro-Runner 12 a R$ 249,90. Clique aqui. Bom tênis pra supinada.
Amanhã, já com a lombar mais aprumada tem 15km, sendo 5km em Ritmo normal 5km em ritmo de maratona e ritmo normal. Vambóra, então. Até porque, a metereologia promete chegada de frente fria e a temperatura uns 10ºC menores que hoje. Isso é até um incentivo pra sair de casa. Com o final do horário de verão treinar pela manhã ficou mais difícil, ao menos uns 5ºC. Quem diria que estaríamos fazendo conta em graus pra sair pro treino. Não tá fácil, não. Se voce não treina pela manhã e deixa pra noite quando a temperatura é menor e não tem o sol mantendo a panela de pressão, o desgaste do dia abafado e calorento destroi quase que por completo seu ânimo para qualquer esforço. Que venha a frente fria, então. Bem vinda.
22 fevereiro 2010
21 fevereiro 2010
Sábadão não rolou nem areia, nem encontro de família. O que rolou mesmo foi festa. Duas na verdade. Uma infantil com cara de Festa Ploc e a outra com cardápio de botequim. Só comida de mesa de bar. Lógico acabou em exagero e acordei parecendo ter sido atropelado. Some-se a isso uma forte dor na lombar, me retirei e passei o dia recolhido. Concentrado para o clássico com o São Paulo. Não deu outra. Robert 2 x São Paulo 0. Quem diria. Essa semana tiro o atraso. E que semana vai ser essa, meu amigo...
20 fevereiro 2010
19 fevereiro 2010
E o Muricy, hein? Pegou o seu Ramalho e puxou o carro. Se tem uma coisa que ele parece não gostar é do dia a dia do futebol. Parece que lidar com jogadores, treinos, viagens, cartolas, imprensa, tudo lhe enche o saco, ele fica enfastiado. Talvez, se precisa ainda correr atrás pra pagar as contas no final do mês, o bom humor e a simpatia tivessem espaço no seu cotidiano, como está com a vida feita, desanda a desviar barbaridades como "sou bom pra caramba", "não tenho medo de pôrra nenhuma", "voces não entendem nada de futebol", "falo o que quero mesmo", "não ligo pra que jogador quer". Talvez tenha razão em tudo isso, mas em menos de 10 meses foi "demitido" - ele e tudo isso que ele diz ser - de dois dos maiores clubes do país. Não é possível que ele tenho toda a razão.
Após séculos, voltamos a formar mesas de sueca. Claro que agora são novas caras. Já não estão mais por aqui figuras como o Gonzaga, Zé Luis, Espíndola, mas entraram personagens que irão substituir com louvor aqueles lá trás. Hoje a mesa de buraco promete. A de sueca vai seguir o usual do últimos dias: vence os melhores.
18 fevereiro 2010
Após uma breve recuperação, banhada a água de mar, piscina e cerveja resolvemos refazer o percurso do Japa. Bete amarelou, não tava pronta pra mais 21km de subidas e descidas, afinal de contas era Carnaval, ô meu. Fomos, então, eu e Osvaldão rumo a Grumari na segunda de Carnaval. É inacreditável o que as pessoas passam pra chegar nessas praias em dias de feriado. Ainda não eram 8h30 da manhã e o trânsito pra Grumari já começava na Praia do CCB. Mas quem tem pernas chega longe e foi o que fizemos. Correndo ao lado de uma fila de carros quase que estacionados, percorremos um dos mais bonitos trechos do litoral do Rio, embaixo de sol forte e quase sem sombra alguma no trajeto. Lá no final de Grumari, pausa pra uma água rápida, botar um gel pra dentro e vamos que vamos. Na subida do Abricó encontramos o figuraça do Márcio Villar que veio de lá até o Posto 12 contando da sua aventura no Double da BR 135. O maluco percorreu duas vezes uma prova de 235 km. Ou seja, o cara fez 470 km. Salve, Márcio. Salve, Japa.
Carnaval...folia e fantasia. Esse ano até que não. Com Osvaldo e Bete por perto ninguém fica sem um bom treino. De cara, partimos no sábado para o Cristo. Lá da pracinha do Alto, passando pelas Paineiras e subindo pro Cristo. Dá uns 21 km ida e volta. O mais impressionante é que para ter acesso aos pés do Redentor temos que pagar R$24,20 por pessoa. Já imaginou se algum desavisado resolve levar a esposa e seus dois filhos para dar uma olhada no Rio lá do alto. Deixa só na entrada 100 pratas do seu mais suado dinheirinho. Pelo menos que nos apontassem uma arma pra tomar nossa grana. Assim, na mão grande é chocante. Voltamos de lá mesmo. Afinal, tínhamos ido lá com outras intenções. O caminho incluiu clima ameno, belas paisagem, céu azul, banho de cachoeira, muita subida e descida - aliás, neste percurso não existe 100 metrinhos de plano - e pra finalizar: café da manhã lá no hortifruti da Barra. Salve o Momo.
29 janeiro 2010
Então, vamos combinar assim: 2009 já acabou e 2010 começa agora. Acertados assim, vamos em frente. Vamos pra frente que prá trás dá até medo. Os últimos anos começaram quase que da mesma maneira, com promessas, Natal na mãe, porre da virada, breve viagem, dívidas, BBB e reprise das séries. Mudando uma coisinha ou outra, são todos mais ou menos assim. Quase sempre. Mudam-se alguns dos intérpretes, masi o enredo é o mesmo. E esse não foi diferente, tirando o porre da virada ou a falta dele e a coloração meio rusco-fosca, foi assim também. No entanto, algo me diz que 2010 não vai ser como os os outros anos e antes que digam que estou pessimista, vou logo dizendo: acho que 2010 promete. Para aqueles que não pensam assim, só posso lamentar. Sou daqueles que acreditam, que apostam no melhor, que pensam nas possibilidades. Já tem gente demais cuidando das minhas derrotas, eu vou cuidar das vitórias, do que pode dá certo, do que quero fazer e me lambuzar com meus acertos. Os erros servem pra virar história, os acertos pra fazer história. Cuide de acertar o que tá errado e senta o pau. Da minha parte tenho várias certezas e algumas duvidas pra 2010. Em 2011 eu passo a régua e vejo no que deu. Gosto de ser otimista, acho que vale mais a pena. O pessimista antecipa o fracasso. Já para o otimista, o fracasso até existe, mas ele prefere esperar o final pra saber. E enquanto o final não chega, ele se diverte com o caminho. Se tivesse que apostar, diria que começarei 2011 melhor do que comecei 2010 e não vou te enganar, não, nesse começo de ano já sai no lucro, bem no lucro. Agora é fácil: não esmorecer, levantar cedo e sair na luta. De pé e com disposição, não tem outro jeito. No que vai dar, a gente vai vendo, mas que estou com vontade, estou. Agora é esperar pra ver. Aprendi, já faz algum tempo, que não adianta contabilizar o que voce não conseguiu, isso não ajuda. O que ajuda é mirar no que voce quer e correr pra cima. Então, mais uma vez vamos lá: preparar, apontar...Pronto, vamos nessa.
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