28 fevereiro 2009
Pessoalmente não gosto destes reality show. De nenhum. E olhe que hoje é difícil de encontrar alguma emissora que não tenha o seu. Mas o que me impressiona não é o fato de eles terem se popularizado. Os programas de auditório já foram (mais, hoje menos) sucessos de audiência, falando para um público parecido com o que hoje acompanha os reality show. O que me chama atenção é a integração de público de maior discernimento, com opção de escolha, com informação suficiente para formar senso critico. Esse pessoal está se deixando levar pelo rolo compressor da Tv e até mesmo para atender interesses econômicos, deles e de seus chefes, quando não dos dois. O que é o Pedro Bial apresentar o BBB por tanto tempo? Será mesmo que ele acha interessante o formato, aquelas pessoas, o caldo que se forma dentro das casas. Não acredito que alguém com a bagagem que ele tem possa se render a tais interesses "sociológicos". É grana. E nem é muita. A Globo não paga muito em dinheiro, paga em exposição. Mas não é só ele e aqui não se trata de caça as bruxas, mas de decepção. Até pouco tempo ele e outros, que agora se aproveitam da repercussão do programa para faturar algum, lutavam por uma TV menos pobre, mais enriquecedora. TV é entretenimento sim, mas não precisa ser baixa qualidade. Hoje todos que podem tentam se dar bem na onda, o resto....bem, o resto é o resto, não e mesmo?
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