11 novembro 2008
Perdemos mais um jogo decisivo para o Campeonato. Assim, como contra o Fluminense, nos dois jogos contra o Sport, contra o São Paulo no 2 x 2 e agora no jogo do Grêmio faltou técnico. Já faz algum tempo que Luxemburgo não decide uma partida a favor do Palmeiras. O contrário já fez em algumas oportunidades. Agora resolveu bater de frente com o Marcos. Já tinha criticado publicamente o ídolo palmeirense por ele ter criticado publicamente o time na derrota para Fluminense. Depois disse que exemplo mesmo era o Rogério Ceni que acompanhava o time mesmo não podendo jogar e pagava a passagem do próprio bolso. Uma semana depois seu time embarca para um jogo em que se previa muita violência e ele fica em casa, vai comentar o jogo na Globo e ainda bota um no bolso. A torcida na sua maioria apenas suporta o Luxemburgo. Lembra do ano do rebaixamento e torce o nariz. Quando ele se coloca entre seu principal (e único há anos) ídolo, ele toma uma posição de confronto e vamos combinar que ele não tem apresentado resultados que lhe de respaldo para isso. Pois que se vá. Preferimos ficar com nosso irascível goleiro a ter um técnico previsível. A reação do Marcos o leva pra mais perto da torcida, demonstra sua humanidade, mostra sua vulnerabilidade, como um animal acuado parte para o ataque, insano, emocionado. É disso que é feito o homem, imperfeição é um dos atributos. Daqui a algum tempo iremos nos lembrar desse tresloucado ato do ídolo quando via o título escorrer pelo ralo e não da passividade do técnico, voltando-se para o banco, desautorizado por alguém que não se submeteu. Vai Luxemburgo, vá e nos deixe com o irresponsável Marcos.
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