05 agosto 2007

Qualquer boçal do governo hoje acredita que a independência das agências reguladoras, onde os diretores não podem ser dispensados a qualquer momento, cumprindo seus mandatos, independendo de NOVOS acertos políticos, como o principal culpado por todas as mazelas do setor público. Pois bem, quando indicaram os nomes para a direção destas agências não pensavam em fazê-las funcionar, não colocaram ali pessoas capazes e interessadas e sim em criaram pousada para seus apaniguados,talvez já vendo aí uma maneira de minar tais orgrganismos. Em 2033 após uma série de declarações do Lula, a la Lula, que assustaram investidores, provacaram brigas entre ministros e até mesmo a criaram rusgas entre autoridades do governo e das agências o governo preparou um documento chamado "Análise e Avaliação do Papel das Agências Regulatórias". Pensado pela cúpula do governo, o texto serviu de base inicial ao projeto que seria enviado ao Congresso, bem como as diretrizes específicas para cada agência. A proposta manteria o respeito aos atuais contratos com as empresas. E, para tentar acabar com os conflitos entre ministérios e agências, diz que "a responsabilidade por formulação de política é do governo". Mas a melhor parte do documento é quando ele fala que "o papel da agência é implementar as políticas de governo e fiscalizar o funcionamento do mercado. Por isso, é adequado e essencial manter os mandatos fixos dos dirigentes". Depois mudaram de ideia e tomaram de assalto estas agências, entupindo suas diretorias com politicos e compadres, bem como todos os cargos de 1o., 2o. e 3o. escalão do governo. É o aparelhamento partidário do Estado. Viva a Revolução!

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